
THOMAS MORE: O HOMEM QUE NÃO VENDEU SUA ALMA
Na tradição da Grande Fraternidade Branca, o Mestre Ascensionado El Morya, Diretor do Primeiro Raio Azul, realizou diversas encarnações de grande importância para a evolução da humanidade. Entre elas, uma das mais conhecidas foi a de Sir Thomas More (1478–1535), estadista, filósofo, escritor e Chanceler da Inglaterra durante o reinado de Henrique VIII.
Sua história tornou-se um dos maiores exemplos de fidelidade à verdade e à própria consciência.
Thomas More ocupava uma das mais altas posições do reino quando o rei Henrique VIII decidiu romper com a Igreja de Roma para declarar-se chefe supremo da Igreja da Inglaterra. A maioria dos nobres, políticos e religiosos cedeu às pressões da Coroa. More, porém, recusou-se a apoiar aquilo que considerava contrário aos seus princípios mais profundos.
Sabia perfeitamente o preço de sua decisão.
Poderia ter preservado sua riqueza, sua posição, seus privilégios e até mesmo sua vida. Bastaria uma assinatura. Bastaria uma declaração pública. Bastaria vender a própria consciência.
Mas não o fez.
Por permanecer fiel àquilo que acreditava ser a verdade, foi preso na Torre de Londres, julgado por traição e condenado à morte. Em 6 de julho de 1535, Thomas More foi decapitado.
Seu legado atravessou os séculos como símbolo de integridade moral e coragem espiritual.
Sua vida inspirou a obra e o filme “O Homem Que Não Vendeu Sua Alma” (“A Man for All Seasons”), considerado um dos maiores retratos da luta entre o poder temporal e a fidelidade aos valores eternos.
THOMAS MORE: O HOMEM QUE NÃO VENDEU SUA ALMA
06.07- Canonização de Thomas Morus

