Revolução Francesa

“Alguns anos ainda hão de transcorrer, envolvidos por uma enganosa calma. Então, de todas as partes do reino aparecerão homens sequiosos de vingança, de poder, de dinheiro, derrubando tudo que encontrarem pela frente. A massa sediciosa e alguns grandes membros do Estado lhes darão apoio. Um espírito de verdadeiro delírio tomará conta dos cidadãos. A guerra civil irromperá com todos os seus horrores. Em seu encalço virão mortes, saques, o exílio. Então todos se arrependerão de não me terem dado ouvidos. Talvez eu seja chamado, mas o tempo terá passado…a tempestade ter-se-á abatido sobre tudo.”

(Do livro Souvenirs sur Marie-Antoinette, da Condessa d’Adhémar – amiga da Rainha, Paris, 1836.)

O Mestre Saint Germain na pele do Conde Saint Germain revelando a Maria Antonieta, muitos anos antes, o que iria acontecer em Paris, no dia 14 de julho de 1789. Uma tentativa de impedir o fato e poupar as vidas do Rei Louis XVI e da Rainha Marie-Antoinette, além de muitos membros da nobreza, do clero, dos magistrados e do povo. Houve períodos em que cerca de mil pessoas eram guilhotinadas todos os dias em Paris. A praça da guilhotina hoje é conhecida como Place de la Concorde (Praça da Concórdia) e tem no centro dela o obelisco do Templo de Luxor (símbolo da purificação e ascensão). Melhor lugar para este símbolo em Paris, não existe.

Hoje, 14 de julho, comemoram-se 228 anos da Queda da Bastilha (a prisão), que deu início à Revolução Francesa. E, segundo Divaldo Franco, 2 milhões de almas francesas migraram para o Brasil após a Revolução. Que dessa vez a Revolução seja pacífica, aqui no Brasil, mas que ocorra!

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